Crescimento investimento publicitário na Net é inevitável 5 05UTC fevereiro 05UTC 2011
Posted by Adm in Uncategorized.add a comment
O crescimento do investimento publicitário na Internet é «inevitável», em particular nos órgãos de comunicação social, porque as marcas têm de acompanhar «os sítios onde as pessoas estão», defende o especialista em marcas Carlos Coelho.
Para o presidente da Ivity Brand Corp., os títulos portugueses têm sabido adaptar-se à Internet, e depois de uma primeira fase de «mera adaptação de conteúdos» já existem diversas opções personalizadas que permitem aos leitores uma «forma de relação com a informação diferente, mais próxima do formato do jornal e livro», nomeadamente por via de dispositivos com o iPad, da Apple.
Com efeito, segundo dados a que a agência Lusa teve acesso, o mês de janeiro foi um dos que registou mais visitas de sempre desde que as audiências de Internet em Portugal passaram a ser auditadas pela Marktest, em janeiro de 2007.
Banda larga eleva busca por redes 3 03UTC fevereiro 03UTC 2011
Posted by Adm in Uncategorized.add a comment
Internet: Demanda estimula investimentos em infraestrutura
Talita Moreira e Gustavo Brigatto | De São Paulo – VALOR
A forte demanda por banda larga fixa e móvel movimenta o mercado de infraestrutura de telecomunicações no Brasil. Companhias do setor investem na construção ou no reforço de suas redes para atender as grandes operadoras, os pequenos provedores de serviços de telefonia e as empresas em geral.
Empresas como Global Crossing, Atimus (braço de telecomunicações do grupo de energia AES) e Transit Telecom elevaram suas apostas nas redes de grande capacidade – que não chegam a escritórios e residências, mas são a base para que os consumidores tenham acesso às conexões de banda larga.
As companhias de infraestrutura atuam de duas formas: oferecendo serviços de voz e dados a clientes próprios ou alugando a rede a outras operadoras. Embora tenham redes mais capilarizadas, as grandes teles – como Oi e Telefônica – não raramente contratam infraestrutura de terceiros para chegar a mais lugares ou aumentar sua capacidade em áreas de tráfego intenso. Por sua vez, pequenos provedores locais de internet muitas vezes recorrem a essas redes alternativas para fugir dos preços cobrados pelas teles.
A Transit Telecom – que oferece telefonia ao segmento empresarial – decidiu construir um “backbone” de fibra óptica (rede de longo alcance e alta capacidade) que terá cerca de 2 mil quilômetros quando estiver pronto, no fim do ano. Na próxima semana, a empresa inaugura um trecho de 600 km no interior paulista. Todo o projeto vai consumir R$ 200 milhões. A meta é faturar R$ 90 milhões com serviços de dados neste ano, somando o atendimento a clientes corporativos e o aluguel a outras teles. No ano passado, 96% da receita de R$ 235 milhões obtida pela companhia veio dos serviços de voz.
“Até agora, contratávamos a rede de terceiros, mas a demanda está muito forte, compensa ter infraestrutura própria”, afirma o diretor-executivo de tecnologia da Transit, Alexandre Alves.
O aluguel para outras operadoras representa 80% do negócio da AES Atimus, que faturou R$ 203 milhões em 2009. No ano passado, a companhia elevou em 25% o investimento em rede para suprir a demanda. O mesmo volume é esperado para os próximos anos.
A diretora-geral da Atimus, Teresa Vernaglia, alerta que já falta mão de obra para acompanhar o crescimento. “A reposição de profissionais está demorando mais e exigindo mais esforço da área de recursos humanos”, diz.
De 2008 a 2010, a Global Crossing ampliou em três vezes a capacidade de sua rede para acompanhar o crescimento no uso de serviços de voz e vídeo, diz Orlando Neves, diretor de transmissão de dados. Com a demanda por conexões indo para o interior do país e o surgimento de contratos que exigem atuação nacional, a companhia planeja levar sua infraestrutura também ao interior de São Paulo e do Centro-Oeste.
Com a explosão dos conteúdos multimídia na web, a TellFree é um caso típico de empresa que precisou contratar mais capacidade para suprir a demanda. A operadora, que tem uma rede própria pequena, gasta R$ 500 mil por mês para alugar a infraestrutura de outras companhias. O gasto era de R$ 120 mil há dois anos. O que mudou? “Os clientes começaram a demandar serviços como videoconferência e soluções de computação em nuvem”, afirma Daniel Duarte, diretor e um de seus fundadores.
O mercado aquecido já chama a atenção de empresas que não são originalmente do setor. Em agosto, o presidente da Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR), Renato Vale, disse ao Valor que preparava o lançamento de uma empresa – batizada de Samm – para vender acesso à rede de fibra óptica que o grupo tem ao longo das rodovias que administra. Procurada nesta semana, a CCR afirmou que não comentaria o assunto por estar em período de silêncio.
Para Teresa, da Atimus, novos investimentos fora dos grandes centros urbanos devem ser feitos com cautela, para que não se repitam erros do passado. “Após a privatização, diversas empresas construíram infraestrutura nos mesmos lugares, com tecnologias parecidas, para atender os mesmos clientes”, lembra. O excesso de oferta deixou muitas redes ociosas e levou empresas à falência. Projetos na área passaram a ser considerados de alto risco e o setor ficou anos sem atrair recursos expressivos.
PNBL anima pequenos provedores
De São Paulo
Os pequenos provedores de acesso à internet têm grande expectativa quanto à implementação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que promete trazer mais competição ao mercado de redes de telecomunicações.
Segundo a assessoria de imprensa da Telebrás, a estatal contabiliza 265 provedores cadastrados por meio de seu site. As empresas têm interesse em uma capacidade que já chega a 24 gigabytes de velocidade de conexão.
A direção da Telebrás licitou a compra dos equipamentos que farão sua rede funcionar. A estatal depende, no entanto, da assinatura de acordos para uso das fibras ópticas da Petrobras e da Eletrobras para começar a instalação de sua estrutura.
A estatal vai oferecer, segundo sua direção, o aluguel de 1 megabyte por R$ 230 a R$ 260. O valor é competitivo, levando-se em conta que, no interior do país, provedores de acesso à internet chegam a pagar bem mais de R$ 1 mil para contratar uma conexão desse porte. “Quanto mais para o interior, mais caro fica”, diz Daniel Duarte, diretor e um dos fundadores da Tellfree, operadora que utiliza a rede de outras companhias para prestar seus serviços. “Em muitos casos, os provedores fazem trocas de tráfego para reduzir custos.”
Na avaliação de Sérgio Sá, diretor comercial da paulista America Net, a rede da Telebrás será importante para conexões de longa distância. A companhia, que opera com tecnologia de radiofrequência e está montando uma rede de fibra óptica, pretende expandir sua atuação para as 12 capitais que sediarão jogos da Copa de 2014.
Plano de banda larga forçará operadoras a melhorar serviços, dizem especialistas 6 06UTC maio 06UTC 2010
Posted by Adm in Uncategorized.add a comment
05/05/2010 – 17h55
ANA IKEDA | Do UOL Tecnologia
Banda larga no Brasil
Plano de Banda Larga prevê R$ 3,2 bilhões para a Telebrás
Plano Nacional de Banda Larga quer inclusão digital, não reativar Telebrás, diz ministro
Sucesso do PBLN depende de reformas na regulamentação do setor, alertam especialistas do Ipea
Pnad: mais da metade das casas com computador está no Sudeste
Mais do que promover a inclusão digital dos brasileiros, o Plano Nacional de Banda Larga irá impulsionar o crescimento de pequenos e médios provedores de internet no país. Com o aumento da concorrência, grandes operadoras serão forçadas a melhorar a qualidade dos serviços, expandir a oferta e até mesmo baixar preços, afirmam especialistas do setor de telecomunicações consultados pelo UOL Tecnologia. Apesar do entusiasmo, eles alertam para a falta de um projeto executivo e de prazos para cumprimento das metas do plano nacional.
“Finalmente o governo está desempenhando seu papel, o de fomentar a inclusão digital e com a participação das pequenas e médias empresas, que são as que mais contratam nesse país”, destaca Horário Belfort, presidente da Abusar (Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido à Internet).
O Plano de Banda Larga disporá da rede – administrada pela Telebrás – da extinta Eletronet, “uma grande avenida que precisará ser completamente ramificada”, segundo o especialista. Essa tarefa que ficará a cargo, principalmente, das pequenas e médias empresas de telecomunicações. “As grandes operadoras no Brasil cobram caro por um serviço de internet péssimo porque não têm concorrentes. Com a reativação da Telebrás, esse cenário mudará”, prevê.
Rui Bottesi, presidente da AET (Associação dos Engenheiros de Telecomunicações), considera que uma nova fase do setor de telecomunicações no país está sendo iniciada. “O governo tomou uma decisão arrojada. Apesar das correntes de resistência do mercado, o Plano de Banda Larga saiu do papel. E o lado positivo é a operacionalização de uma rede, a da Eletronet, que não estava sendo utilizada”, afirma.
Bottesi lembra que a Telebrás tem um nome forte e que as grandes operadoras terão de repensar o mercado. “Esse é um passo inteligente do governo, inclusive para fomentar novas tecnologias, e as grandes empresas terão de ir atrás delas”.
Empecilhos
Apesar do anúncio da desoneração de R$ 11,36 milhões pelo Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações) para pequenas e médias prestadoras, Belfort chama a atenção para a cobrança de licenças SCM (Serviço Comunicação Multimídia) da Anatel, não comentada nesta quarta.
Comente
O Plano Nacional de Banda Larga terá sucesso?
Acesso à internet é direito fundamental?
São licenças que encarecem a implantação da infraestrutura de rede e demoram até um ano para serem concedidas. “Seria interessante que o governo desse essas licenças gratuitamente ou a um valor baixo. É incongruente cobrar uma taxa como esta, proibitiva aos pequenos e médios provedores”, aponta.
Outro problema segundo o presidente da Abusar é a falta de apresentação de um projeto executivo. “Não falaram de orçamentos nem prazos de execução. É importante saber o que será efetivamente feito, até quando e, principalmente, quais municípios receberão primeiro a banda larga”.
Já Bottesi faz outro alerta, agora sobre a escolha do comitê que irá gerir a Telebrás. “Há um histórico do país usar estatais como um ‘cabide de emprego’. É hora de fazer uma blindagem em relação a possíveis interferências políticas e escolher pessoas com competência técnica para levar à frente o plano de banda larga”, ressalva o presidente da AET.
Rede Nacional de Formação para Inclusão Digital vai formar dez mil pessoas 26 26UTC março 26UTC 2010
Posted by Adm in Uncategorized.add a comment
18/03/2010
por Celissa Nardocci última modificação 18/03/2010 21:26
O Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades (Telecentros.BR) vai formar dez mil pessoas em todo o país para atuar em espaços públicos de acesso gratuito à internet.
O Governo Federal investirá R$ 16 milhões na implementação de uma Rede Nacional de Formação para Inclusão Digital, que qualificará oito mil monitores bolsistas do Programa Telecentros.Br e dois mil monitores não bolsistas que atuam nos espaços apoiados pela iniciativa.
Para isso, serão selecionados entidades e órgãos parceiros, os Polos Regionais, que deverão implementar a formação nas cinco regiões do País. Também será escolhido um Polo Nacional que deverá coordenar e supervisionar as atividades desenvolvidas nas regiões. Podem participar da seleção órgãos ou entidades da administração pública direta ou indireta, das esferas federal, estadual, distrital ou municipal, e entidades privadas sem fins lucrativos.
O prazo para o envio de propostas se encerra no dia 9 de abril e a escolha levará em conta a experiência prévia da entidade, capacidade técnica operacional, além da qualidade técnica da proposta e a adequação do orçamento apresentado, que não poderá superar R$ 1,5 milhão por entidade proponente.
O Ministério do Planejamento fará a descentralização financeira dos recursos aos Polos selecionados. Será de 18 meses o prazo para a execução de atividades. As propostas devem ser encaminhadas de acordo com as instruções disponíveis no endereço http://www.inclusaodigital.gov.br/telecentros/rede
O curso de qualificação básica para os monitores de telecentros terá 480 horas de duração, que deverão ser ministradas no período de um ano, na modalidade a distância. A formação vai abordar a elaboração, implementação de projetos comunitários; acesso a conteúdos e atividades voltadas para a gestão do telecentro, monitoramento e avaliação; participação comunitária; tecnologia da informação; produção e publicação de conteúdos.
O Curso de Formação de Monitores do Telecentros.BR é o primeiro projeto da Rede de Formação. Os requisitos para participar foram publicados no Diário Oficial da União no dia 10 de março e estão disponíveis na íntegra em http://www.inclusaodigital.gov.br/telecentros/rede
Telecentros.BR
O Programa destinará R$ 165 milhões para apoiar a implantação de três mil espaços gratuitos de acesso à internet e fortalecer outras cinco mil unidades em todo o país. Serão destinados R$ 64 milhões para aquisição de equipamentos e mobiliário, R$ 27 milhões para oferta de conexão em banda larga, R$ 57,96 milhões na concessão de bolsas para formação de monitores, além dos R$ 16 milhões que serão destinados à Rede de Formação. As iniciativas de inclusão digital interessadas em participar devem encaminhar seus projetos ao Governo Federal até o dia 26 de março por meio do endereço http://www.inclusaodigital.gov.br/telecentros/.
Perguntas frequentes – Telecentros.BR
por Wanny Figueiredo última modificação 24/03/2010 23:41
Saiba mais sobre o Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades – Telecentros.BR
0. Quais documentos devem ser encaminhados impressos para inscrição na seleção pública de parcerias?
Após o cadastro e envio da proposta pelo SIATC, a entidade proponente deve enviar por ofício:
OBRIGATÓRIO: 02 (duas) cópias impressas da Proposta e Declaração de Contrapartida geradas a partir do mecanismo automático de impressão do SIATC, assinadas e rubricadas pelo representante legal da entidade proponente e pelo coordenador formal da Iniciativa.
OPCIONAL: outros documentos e informações consideradas relevantes para análise da Proposta, tais como:
documentos de referência e divulgação da Iniciativa;
cópias de documentos de institucionalidade da Iniciativa (portarias, PPA, atribuição);
exemplos de materiais de formação produzidos/ utilizados;
exemplos de planos e registros de atividades de formação realizadas;
amostras de imagens, áudios, vídeos das atividades realizadas e de unidades apoiadas;
relatórios e outros documentos de planejamento, registro, avaliação, acompanhamento.
Não deve ser encaminhada neste momento a documentação que será exigida da entidade proponente aprovada para celebração do Termo de Cooperação Técnica (item 7.4.3 do aviso de seleção pública).
Também não deve ser encaminhada ainda a documentação das entidades beneficiárias, que somente será exigida quando da assinatura dos termos correspondentes aos atendimentos autorizados (Anexo I, item 2.1.3).
1. O que é o Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades – Telecentros.BR?
O Programa é resultado de um esforço do Governo Federal, sob orientação da Presidência da República, de coordenação do apoio à implantação de novos espaços públicos e comunitários de inclusão digital e ao fortalecimento dos que já estão em funcionamento.
2. De que forma o Telecentros.BR apoia os espaços públicos e comunitários de inclusão digital?
O apoio consiste na oferta de computadores novos (acompanhados de mobiliário) ou recondicionados (sem mobiliário), conexão à Internet em banda larga, bolsas de auxílio financeiro a jovens monitores e/ou formação de monitores bolsistas e não-bolsistas que atuem nos telecentros.
3. Quem coordena o Telecentros.BR?
Um colegiado de coordenação geral composto pelos Ministérios das Comunicações, da Ciência e Tecnologia e do Planejamento, sendo este último o responsável pela coordenação executiva.
4. Quais são os objetivos do Telecentros.BR?
O objetivo geral do Telecentros.BR é desenvolver ações conjuntas entre órgãos do Governo Federal, Estados, Distrito Federal, Municípios e sociedade civil que possibilitem a oferta, implantação e manutenção continuada, em larga escala, de telecentros. Em relação aos objetivos específicos, o Programa visa organizar oferta e demanda por telecentros, com critérios, pactuação federativa e participação da sociedade civil; coordenar as iniciativas de inclusão digital do Governo Federal a partir de diretrizes e critérios comuns, sem prejuízo da diversidade de seu público-alvo; e contribuir para a consolidação – orçamentária, institucional e legal – da política pública de inclusão digital como política de Estado.
5. Quais são as metas do Telecentros.BR?
Telecentros.BR tem como metas a implantação de 3 mil novos telecentros e o fortalecimento de 5 mil telecentros já existentes no País, por intermédio das iniciativas (programas e projetos) aos quais se vinculam.
6. Quais os benefícios proporcionados pelo Telecentros.BR?
Telecentros.BR trará benefícios à população frequentadora dos telecentros, às comunidades nas quais os espaços apoiados se inserem e aos monitores participantes do curso oferecido pela Rede Nacional de Formação para Inclusão Digital no âmbito do Programa. Este público será constituído, em especial, de comunidades e cidadãos que de outra forma teriam poucas oportunidade de utilizar e aproveitar todo o potencial das tecnologias da informação e comunicação na melhoria de suas vidas.
7. Quem pode solicitar apoio do Telecentros.BR? Como?
Podem solicitar apoio do Telecentros.BR órgãos da esfera federal que realizam políticas de implantação de telecentros ou ações convergentes; órgãos públicos das esferas estadual, distrital e municipal responsáveis por iniciativas de inclusão digital; entidades privadas sem fins lucrativos com o mesmo tipo de atuação. Todas devem participar da seleção pública publicada no Diário Oficial da União em 24/02/2010 e que ficará aberta por 30 (trinta) dias para recebimento de propostas.
8. Empresa privada com fins lucrativos, mas com interesse em ajudar a criação de telecentro por um trabalho social em parceria com governo é permitido?
Não é permitido empresa privada com fins lucrativos como proponente de proposta na seleção pública, o que não impede que, entre o proponente e a empresa haja alguma espécie de acordo para o funcionamento dos telecentros junto à iniciativa de inclusão digital da qual as unidades fazem parte e à qual a proposta se vincula.
9. Quem receberá apoio do Telecentros.BR?
Telecentros novos e/ou centros de inclusão digital e telecentros em funcionamento vinculadas às iniciativas (programas e projetos) de entidades proponentes aprovadas na seleção pública.
10. Existe algum espaço de articulação para os telecentros interessados em participar do Telecentros.BR?
Sim, a Comunidade Articulação Telecentros.BR. Esta comunidade virtual é um ótimo espaço para que responsáveis por telecentros tenham a oportunidade de conhecer e trocar informações com responsáveis por iniciativas e vice-versa. A comunidade deve facilitar o diálogo, relacionamento, mobilização e participação de todos os envolvidos com projetos de inclusão digital. A comunidade iniciou uma lista de discussão específica para promover a articulação e mobilização entre entidades proponentes e beneficiárias, conforme interesse dos membros da comunidade. Os interessados em participar dessa comunidade, com a finalidade de promover a articulação entre entidades potencialmente proponentes do Telecentros.BR e entidades locais responsáveis por telecentros, podem se cadastrar em http://padovan.utopia.com.br/mailman/listinfo/articulacao-telecentros-br. Veja também as normas de conduta no endereço http://comunidade.onid.org.br/. Veja também as normas de conduta no endereço http://comunidade.onid.org.br/.
11. Centros de acesso pago podem receber apoio do Telecentros.BR?
O Programa apoia telecentros públicos e comunitários, que são espaços que proporcionam acesso público e gratuito às tecnologias da informação e da comunicação, com computadores conectados à Internet, disponíveis para múltiplos usos, incluindo navegação livre e assistida, cursos e outras atividades de promoção do desenvolvimento local em suas diversas dimensões. Há uma discussão separada em andamento no Governo Federal para apoio a espaços de inclusão digital de iniciativa privada com fins lucrativos, tais como cyber cafés e lanhouses. Assim como foi feito no caso dos telecentros, um grupo de trabalho do Governo Federal está estudando o fenômeno dos cyber cafés e lanhouses e discutindo quais são as possíveis linhas de qualificação desses espaços.
12. Quem são os principais atores envolvidos na seleção pública do Telecentros.BR?
Estão envolvidos o Colegiado de Coordenação-Geral do Programa, a Coordenação Executiva do Colegiado, as iniciativas de inclusão digital, os telecentros públicos e comunitários, as entidades proponentes, as entidades beneficiárias, os monitores de telecentros (bolsistas e não-bolsistas), a Rede Nacional de Formação para Inclusão Digital, o Observatório Nacional de Inclusão Digital – ONID e o Sistema Integrado de Apoio a Telecentros – SIATC.
13. Quem compõe o Colegiado de Coordenação-Geral do Programa?
Representantes do Ministério do Planejamento, da Ciência e Tecnologia, e das Comunicações, cada um deles responsável por elemento(s) integrante(s) do apoio oferecido pelo Programa, conforme definido no art. 5º do Decreto Nº 6.991, de 27 de outubro de 2009.
14. Quem compõe a Coordenação Executiva do Colegiado?
O Ministério do Planejamento, o qual prestará o apoio técnico e operacional necessário ao funcionamento do Colegiado.
15. O que é uma iniciativa no âmbito do Telecentros.BR?
Iniciativa é o programa, projeto ou ação, em andamento ou planejada, para implantação e funcionamento de telecentros sob responsabilidade de entidade proponente. Esta deve demonstrar que a iniciativa oferecerá apoio continuado aos espaços de inclusão digital integrantes da proposta.
16. O que é telecentro público e comunitário no âmbito do Telecentros.BR?
Para fins de execução do Telecentros.BR, telecentros públicos e comunitários são espaços que proporcionem acesso público e gratuito às tecnologias da informação e da comunicação, com computadores conectados à Internet, disponíveis para múltiplos usos, incluindo navegação livre e assistida, cursos e outras atividades de promoção do desenvolvimento local em suas diversas dimensões.
17. Qual a diferença entre um centro de inclusão digital (CID) e um telecentro no âmbito do Programa?
Centros de inclusão digital (CIDs) são espaços que já estejam em funcionamento, com as mesmas características de um telecentro público e comunitário, porém ainda sem conexão à Internet. Ao apresentar uma proposta de apoio a um CID na seleção pública do Telecentros.BR, a iniciativa assume que a conectividade será provida como contrapartida, ou solicitada ao Programa para que o CID se transforme num telecentro.
18. O que é uma entidade proponente no âmbito do Telecentros.BR?
Entidade proponente é um órgão ou entidade da administração pública direta ou indireta, ou entidade privada sem fins lucrativos, responsável por iniciativa que apresente proposta de apoio à manutenção ou implantação de telecentros junto ao Programa. As entidades proponentes de natureza pública podem ser das esferas federal, estadual, distrital e municipal.
19. O que é uma entidade beneficiária no âmbito do Telecentros.BR?
Entidade beneficiária é um órgão ou entidade da administração pública direta ou indireta, ou entidade privada sem fins lucrativos, responsável no âmbito local por unidade de telecentro apoiada pelo Programa, assistida e fiscalizada por entidade proponente. As entidades beneficiárias de natureza pública podem ser das esferas federal, estadual, distrital e municipal.
20. O que é um monitor de telecentro?
Monitor de telecentro é a pessoa responsável pelo atendimento ao público no espaço do telecentro, auxiliando e propondo processos que permitam aos frequentadores fazer uso das tecnologias de informação e de comunicação disponíveis de maneira articulada ao desenvolvimento da comunidade, podendo ser, no âmbito do Telecentros.BR, monitor bolsista (jovem de baixa renda, com idade entre 16 e 29 anos, morador da comunidade em que o telecentro está localizado, selecionado para atuar como monitor do espaço, que recebe auxílio financeiro, participando e desenvolvendo atividades de formação presencial e a distância estabelecidas pelo Programa); e monitor não-bolsista (pessoa que atua no telecentro sem receber auxílio financeiro, podendo participar de atividades de formação presencial e a distância oferecidas pelo Programa).
21. O que é a Rede Nacional de Formação para Inclusão Digital?
É um conjunto de atividades de qualificação de monitores bolsistas e não bolsistas, nas modalidades a distância e presencial, oferecidas no âmbito do Programa. A Rede Nacional de Formação integrará atividades de qualificação oferecidas pelas iniciativas aderentes e outros parceiros do Programa, bem como cursos e atividades próprias de formação para os monitores.
22. O que é o Observatório Nacional de Inclusão Digital – ONID?
O ONID é o ambiente resultante da parceria entre o Ministério do Planejamento e a sociedade civil para coleta, organização, sistematização e disponibilização de informações sobre inclusão digital por meio do site http://www.onid.org.br. Os centros de inclusão digital ainda sem conexão à Internet e telecentros conectados em funcionamento deverão estar com cadastro completo no ONID para inscrição da proposta na seleção pública do Telecentros.BR.
23. O que é o Sistema Integrado de Apoio a Telecentros – SIATC?
O SIATC é o sistema informatizado, integrado aos cadastros do ONID, que permite a inscrição de proposta para adesão ao Telecentros.BR, registrando informações sobre a entidade proponente, a iniciativa, os centros e telecentros em funcionamento e novos, e as respectivas demandas pelos recursos oferecidos pelo Programa (equipamentos, conexão, bolsas e formação).
24. Quem pode alterar os dados da entidade proponente no SIATC?
O usuário que cadastrou originalmente a entidade no ONID ou no SIATC e os autorizados por este usuário.
25. Como autorizar novos usuários da mesma entidade no SIATC?
O cadastrante original da entidade deve incluir em Pessoas autorizadas, no Cadastro de entidade proponente, no SIATC, o CPF do(s) novo(s) usuário(s), tornando-os também aptos a alterarem os dados da proponente. Para tanto, o(s) novo(s) usuário(s) devem entrar em contato com o usuário cadastrante original da entidade e solicitar o cadastro dos respectivos CPF.
26. Como autorizar novos usuários no SIATC quando o usuário cadastrante original não faz mais parte da entidade proponente?
Neste caso, o(s) novo(s) usuário(s) deverão certificar que o cadastrante original não responde mais pela entidade. Para a troca dos usuários, a entidade deverá encaminhar um documento formal solicitando tal operação. Este documento representará a ciência do(s) novo(s) usuário(s) da responsabilidade integral desse(s) pela troca solicitada e pode ser enviado por fax para o número (61) 2020-1058 ou pelo correio para o seguinte endereço:
Ministério do Planejamento
Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação
Assessoria de Inclusão Digital
Esplanada dos Ministérios, Bloco “C”, Sala 300, 3º Andar
CEP: 70.046-900 – Brasília – DF.
27. Como proceder quando o usuário cadastrante original não puder ser identificado pela entidade proponente?
Neste caso, para que o cadastrante original seja identificado no sistema, o novo usuário deve enviar para o endereço eletrônico telecentros@planejamento.gov.br os seguintes dados:
nome da entidade proponente;
município da entidade proponente;
UF da entidade proponente;
CNPJ da entidade proponente.
O contato do cadastrante original será enviado para o endereço do solicitante, que deverá proceder conforme um dos casos descritos nos itens 25 e 26.
28. Uma proposta pode ser enviada por carta, ofício ou mensagem eletrônica?
Não. As propostas deverão ser formuladas e apresentadas mediante preenchimento de formulário no SIATC via Internet (acessível pelo endereço http://www.inclusaodigital.gov.br/telecentros), a impressão da proposta gerada pelo sistema e demais procedimentos definidos em edital.
29. Quem pode apresentar proposta para apoio à disseminação de telecentros?
Cada Proposta deverá estar vinculada a uma única Iniciativa (programa ou projeto de inclusão digital) e ser apresentada pela respectiva entidade proponente.
30. Uma entidade propontente pode solicitar apoio para quantos telecentros?
Não há quantidade estipulada. Todavia, serão priorizadas propostas que totalizem no mínimo 10 (dez) unidades de telecentros sob responsabilidade de uma mesma iniciativa, entre unidades em funcionamento e novas.
31. Quantos computadores podem ser solicitados?
Uma proposta poderá prever para cada telecentro um kit de equipamentos novos ou um conjunto de equipamentos recondicionados. O kit de equipamentos novos inclui mobiliário e é composto por: 10 estações (computadores) configurados com sistemas operacionais e aplicativos (softwares) livres e de código aberto; 21 cadeiras multiuso; 01 mesa do professor; 01 armário baixo em MDF; 11 mesas para computador; 01 projetor multimídia; 01 roteador wireless; 01 impressora; 11 estabilizadores; 01 câmera de segurança; 01 servidor configurado com sistema operacional e aplicativos (softwares) livres e de código aberto; e sistemas e programas informatizados de gestão do Telecentro. O conjunto de bens recondicionados pode ser composto por 5 ou 10 terminais de computadores (estações de trabalho) e 1 servidor, oriundos de recondicionamento de bens de informática usados.
32. Qual o sistema operacional instalado nos computadores doados pelo Telecentros.BR?
Os computadores doados pelo Telecentros.BR, novos e/ou recondicionados, são configurados com o sistema operacional Linux (software livre). Este sistema permite que o desempenho operacional dos equipamentos atinja patamares de pleno funcionamento, mesmo em configurações de hardware de menor capacidade. O Programa não oferece computadores nem garante o funcionamento das máquinas com outros sistemas operacionais.
33. Qual o sistema operacional utilizado pela formação oferecida pelo Telecentros.BR?
Os cursos e outras atividades a distância dos módulos do Curso de Formação de Monitores serão oferecidos via Internet e deverão ser licenciados em Creative Commons, em licença que permita o uso livre, com citação de autoria e sem fins comerciais. Os conteúdos dos cursos, materiais pedagógicos e atividades devem ser desenvolvidos e oferecidos em softwares livres. Também devem ser oferecidos para download em formato PDF (Portable Document Format).
34. O que é software livre?
Software livre é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição. Isso permite que seja adaptado conforme a necessidade do equipamento e do uso que será feito dele, além de não exigir o pagamento de licença de uso. Um software não é livre quando restringe essas permissões, sendo denominado “software proprietário” neste caso. O Telecentros.BR não oferece computadores com sistemas operacionais proprietários.
35. Porque o Telecentros.BR utiliza software livre?
O software livre garante qualidade igual ou acima dos produtos proprietários. Também proporciona economicidade aos destinatários dos equipamentos, uma vez que não há custo de aquisição, nem de atualização, nem limite de instalação. Evita-se assim a pirataria, pois o próprio software traz em si a permissão de sua disseminação sem restrições. O software livre abre ainda a possibilidade de que mais pessoas se interessem por estudo e desenvolvimento de programas, já que podem ter acesso ao seu código-fonte, o que contribui para a autonomia tecnológica. O desenvolvimento pode ser compartilhado, o que agrega compatibilidade entre soluções existentes e novas. O acesso ao código garante, ainda, segurança da informação. O uso de software livre é uma diretriz do Governo Federal, pois garante desempenho aliado à autonomia tecnológica e domínio público das ferramentas em uso. Telecentros.BR é um programa do Governo Federal, portanto segue suas diretrizes.
36. Quantas bolsas para monitores podem ser solicitadas?
Uma proposta poderá prever para cada telecentro uma das seguintes opções de bolsa: 1 bolsa no valor de R$ 483,01 (quatrocentos e oitenta e três reais e um centavo); 1 bolsa no valor de R$ 241,50 (duzentos e quarenta e um reais e cinquenta centavos); ou 2 bolsas no valor de R$ 241,50 (duzentos e quarenta e um reais e cinquenta centavos) cada.
37. O que ocorre após a apresentação de propostas à seleção pública de parcerias do Telecentros.BR?
Com base nas solicitações de todas as propostas aderentes ao Programa, haverá um mapeamento da demanda geral e o cruzamento do tamanho dessa demanda com a capacidade de oferta do Telecentros.BR. O atendimento às demandas será autorizado conforme os critérios de avaliação especificados no edital e a distribuição dos telecentros pelo território brasileiro. Após a divulgação dos resultados, será feito um acordo de cooperação com a proponente da proposta aderente, acordando uma meta de telecentros para apoio. A partir desta vinculação formal da proposta ao Programa, as demandas aprovadas de cada um de seus telecentros será encaminhada para atendimento. O atendimento de equipamentos novos e de conectividade será feito pelo Ministério das Comunicações, o de bolsas pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e o de equipamentos recondicionados e formação, pelo Ministério do Planejamento.
38. Como entrar em contato com o Programa Telecentro.BR?
Por e-mail: telecentros@planejamento.gov.br
Por telefone: (61) 2020-1941
TERMINA SEXTA-FEIRA PRAZO PARA PARTICIPAR DO PROGRAMA TELECENTROS BR 26 26UTC março 26UTC 2010
Posted by Adm in Uncategorized.add a comment
TERMINA SEXTA-FEIRA PRAZO PARA PARTICIPAR DO PROGRAMA
TELECENTROS.BR
Brasília, 25/03/2010
Termina na sexta-feira, 26, o prazo para que as entidades públicas e
privadas sem fins lucrativos possam participar do Programa
Telecentros.Br. A iniciativa vai contar com investimentos de R$ 165
milhões no apoio à implementação de três mil centros gratuitos de
acesso à internet e no fortalecimento de outras cinco mil unidades em
todo o país.
O Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades
pretende destinar R$ 64 milhões para a aquisição de equipamentos e
mobiliário, R$ 27 milhões para o oferecimento de conexão em banda
larga, R$ 57,9 milhões na concessão de bolsas para formação de
monitores e R$ 16 milhões na implantação de uma Rede de Formação.
As entidades com propostas aprovadas poderão receber kits com dez
novos computadores e mobiliário; kits de cinco ou dez computadores
recondicionados; além conexão à internet banda larga. Também estão
previstas bolsas para jovens monitores no valor de R$ 484,01 (a
quantia pode ser dividida em duas, para atendimento de dois jovens no
mesmo telecentro) e participação no curso oferecido pela Rede Nacional
de Formação para Inclusão Digital, a ser constituída especialmente
para o programa.
As aquisições e a distribuição dos bens e serviços aos telecentros
aprovados pela Coordenação do Programa serão feitas de maneira
centralizada pelo governo federal, sem repasse de recursos às
entidades. As bolsas serão pagas pelo Ministério da Ciência e
Tecnologia e a conexão ficará sob a responsabilidade do Ministério das
Comunicações, que também ofertará os novos equipamentos de informática
e mobiliário.
Ao Ministério do Planejamento, coordenador executivo do programa,
caberá a oferta de computadores recondicionados, em especial para a
ampliação do acesso nos telecentros já em funcionamento. Também deverá
constituir a Rede Nacional de Formação responsável pela formação dos
bolsistas, além de receber as propostas e fornecer orientações sobre
os procedimentos de inscrição. As mesmas podem ser obtidas no
endereço
http://www.inclusaodigital.gov.br/telecentros/
O edital com as regras para participar do Programa Telecentros.Br está
disponível na íntegra em:
http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/telecentros/telecentros/Edital_TelecentrosBR-24-02-2010.pdf
Será priorizado o apoio a telecentros localizados nas áreas de atuação
das seguintes políticas federais:
- Territórios da Cidadania (Ministério do Desenvolvimento Agrário);
- Territórios de Paz/ Pronasci (Ministério da Justiça);
- Territórios ou unidades de atendimento a povos indígenas (Funai);
- Comunidades quilombolas, ciganas e de terreiros (Secretaria de
Políticas de Promoção da Igualdade Racial/PR);
- Territórios da Pesca (Ministério da Pesca e Aquicultura);
- Espaços Prioritários da Política Nacional de Desenvolvimento
Regional – PNDR (Ministério da Integração Nacional);
- Áreas de interesse ambiental e Salas Verdes (Ministério do Meio
Ambiente);
- Áreas de investimento em infraestrutura social e urbana do Programa
de Aceleração do Crescimento – PAC e de programas de habitação de
interesse social do Ministério das Cidades;
- Pontos de Cultura (Ministério da Cultura);
- Áreas de vulnerabilidade em que estejam localizados Centros de
Referência em Assistência Social – CRAS e Centros de Referência
Especializados de Assistência Social – CREAS (Ministério do
Desenvolvimento Social); e
- Organismos vinculados ao Pacto Nacional pelo Enfrentamento à
Violência contra a Mulher (Secretaria Especial de Políticas para as
Mulheres – SPM/PR), entre outras ações já em desenvolvimento.
ATENÇÃO: veja um modelo de projeto (que pode ser adaptado, copiado e colado no SICONV) clicando AQUI
iTodos Ampliado 22 22UTC março 22UTC 2010
Posted by Adm in Uncategorized.add a comment
A Governadora Wilma de Faria vai anunciar hoje, em solenidade na FIERN (prevista para as 15:30h) a expansão do programa de internet livre e inclusão digital do Governo do Estado, o iTodos.
O anúncio vai ocorrer por ocasião da solenidade de assinatura de contratos para o lançamento da TV digital no Rio Grande do Norte e contará com a presença do Ministro Hélio Costa, das Comunicações.
Além de anunciar a expansão do programa (quadro abaixo) dando por concluída a PRIMEIRA FASE do iTodos, a Governadora aproveitará a oportunidade para reforçar – de público – a reivindicação feita desde outubro do ano passado ao Ministro Hélio Costa da parceria para que o programa estadual possa chegar aos demais Municípios, com a implantação aqui do programa de inclusão digital do Governo Federal, lançado pelo Presidente Lula em novembro passado em Minas Gerais.
A expectativa é que o Ministro Hélio possa anunciar, na sua fala, o atendimento do pleito da Governadora, o que dará maior abrangência e efetividade ao nosso iTodos.
Veja mais sobre o programa de inclusão digital do Governo Federal clicando AQUI.
Ministro discute com senadores Plano Nacional de Banda Larga 9 09UTC março 09UTC 2010
Posted by Adm in Uncategorized.add a comment
Congresso em Foco
Fábio Góis
O ministro Franklin Martins (Comunicação da Presidência da República) participou nesta terça-feira (9) de um debate sobre internet banda larga com os membros da Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado. A audiência, presidida por Flexa Ribeiro (PSDB-PA), foi iniciativa dos senadores Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Roberto Cavalcanti (PRB-PB).
“É um tema de extrema importância e minúcia. Quanto mais pessoas possamos trazer para discutir este tema, melhor será”, disse o senador paraibano.
“O Plano Nacional de Banda Larga dará ao país uma definição em uma área na qual a tecnologia se fará de forma muito consistente”, acrescentou Cavalcanti, para quem o programa projetará o país internacionalmente.
Também participaram do debate o coordenador dos programas de inclusão digital do governo, Cezar Alvarez; o presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas, Luiz Cuza; José Fernando Pauletti, presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutado (Abrafix); e Jarbas José Valente, membro do conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em substituição ao presidente da agência, Ronaldo Sardenberg, que não pode conciliar agenda.
O ministro Hélio Costa (Comunicações) apresentou à CCT, em dezembro do ano passado, o projeto inicial de banda larga para o país. O objetivo da proposta é expandir, em até cinco anos, o acesso a este tipo de serviço a todas as regiões brasileiras. Para tanto, o governo fará investimentos em infraestrutura de telecomunicações e promoverá incentivos ao setor privado, com aplicação de fundos setoriais e ações diretas em áreas mais carentes, com acesso gratuito.
A oposição usará o tema da reativação da Telebrás, que teve atuação direta do ex-chefe da Casa Civil José Dirceu, para pressionar o governo em ano eleitoral. A ação de Dirceu acabou por sinalizar a possibilidade de que a empresa pública de telecomunicações seja a operadora do projeto de acesso à banda larga.
http://www.congressoemfoco.com.br/noticia.asp?cod_canal=1&cod_publicacao=32114
Pontos já instalados do iTodos!!! 4 04UTC fevereiro 04UTC 2010
Posted by Adm in Uncategorized.add a comment
Natal
Telecentro – Central do Cidadão Praia Shopping
Telecentro CEASA (ponto iTodos)
Ponto público Zona Norte
Praça Iapissara Aguiar
Petrópolis
Praça das Flores
Ponta Negra
Jeronimo de albuquerque (vizinho a delegacia de policia)
Mae Luiza
Alfredo Pegado (em frente a Igreja Católica e Centro Comunitário)
Candelária
Escola Valfredo Gurgel / Praça / Igreja Católica
Mossoró
Praça da convivência ao lado do memorial da resistência
Campus central da UERN
Caicó
Escola Senador Guerra região central perto do Mercado Público / Praça / Prefeitura
(em implantação, aguardando serviço da OI, previsão de primeiros sinais no fim de semana)
Obs: Fazendo testes para colocar torre em martins e atneder pau dos ferros e martins com dois link’s
#AndamentodoPrograma – Último Relato do Coordenador Técnico 12 12UTC janeiro 12UTC 2010
Posted by Adm in Uncategorized.add a comment
Segue abaixo posicionamento de ações alinhadas com a última reunião sobre a iTodos
Telecentro CEASA (ponto iTodos)
Foram entregues 5 computadores, um roteador Wifi para a CEASA para composição do telecentro neste órgão no dia 07-01-2010.
Ponto público Zona Norte
Foram feitos testes de visada na escola Iapssara Aguiar, já temos sinal e estamos providenciando instalação e inicio de teste até a sexta-feira (15-01-2010).
Pontos Mossoró (31/jan)
Ontem (11-01-2010), fui a Mossoró com equipe para visitar novos possíveis locais de implantação da iTodos, estivemos na UERN onde em reunião com o Pró-reitor administrativo, combinamos local para instalação de um ponto público na área do campus principal, e visitamos possíveis locais para um segundo ponto público, na nossa avaliação o melhor local seria a PRAÇA DA CONVIVÊNCIA com as características :
Local de acesso público
Área bem aberta , boa distribuição do sinal de rádio com pouca área de sombra local
Acesso do público residente da cidade
Acesso turístico
viabilidade técnica praticamente garantida (estaremos confirmando até sexta-feira)
Na oportunidade a UERN ofereceu o link internet para distribuição por conta deles, o que facilita para nós já que precisamos do ponto de alimentação local, o mesmo se resolve em função de colocarmos um dos pontos dentro do campus da UERN.
CAICÓ (31/jan)
estarei indo a caicó na quarta-feira para análise de possíveis locais, mas já tenho praticamente pré-definido um ponto na escola Senador Guerra, com praça central em frente a mesma.
(Carlindo Lima)
O desafio da inclusão digital 5 05UTC janeiro 05UTC 2010
Posted by Adm in Uncategorized.add a comment
Revista Exame de 15.11.2007
Para levar a internet banda larga a todos os municípios do país, as operadoras precisam investir 650 milhões de reais numa rede de fibra óptica
No final de agosto, o site de compartilhamento de fotos Fotolog, baseado em Nova York, foi vendido à francesa Hi Media, terceira maior empresa de propaganda na internet da Europa, por 90 milhões de dólares. Lançado em 2002, o Fotolog chamou a atenção dos franceses por ter entrado no ranking dos 20 sites mais visitados do mundo. A cada mês, são cerca de 15 milhões de visitantes únicos de 200 países, que acessam mais de 3,3 bilhões de páginas. Esse fenômeno da internet deslanchou graças aos usuários brasileiros. Foram eles os primeiros a ser atraídos pela idéia de manter gratuitamente um diário online para compartilhar fotos pessoais com amigos. Reconhecendo o papel dos brasileiros na divulgação do site, o presidente da Fotolog, o americano John Borthwick, um ex-executivo de tecnologia da Time Warner e da AOL, escreveu em seu blog: “Os brasileiros viraram fortes antecipadores dos fenômenos globais da internet — do ICQ ao Hotmail, do Orkut ao Fotolog. Eles parecem ter uma aptidão para a adoção precoce de plataformas sociais globais”. Na comunidade virtual do Orkut, os brasileiros representam 58% dos usuários no mundo. No MSN Messenger, o serviço de troca de mensagens instantâneas da Microsoft, 12% dos usuários estão no Brasil, mais do que em qualquer outro país no mundo.
Há outros indicadores que mostram que o Brasil é um fenômeno mundial da internet. O país lidera o ranking internacional de tempo de navegação na rede de computadores (veja quadro). Seus mais de 20 milhões de usuários ativos ficam, em média, 22 horas por mês plugados na rede em suas casas. No início de novembro, a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou que o Brasil tem a sexta maior população de internautas do mundo: 39 milhões de pessoas. Muitas começaram a acessar a rede nos últimos anos graças ao barateamento e à explosão da venda de computadores — de 4,2 milhões de unidades em 2004 para mais de 10 milhões em 2007.
Os campeões da navegação
Os brasileiros são os que passam mais tempo plugados na internet
Média mensal de navegação(1) Número de usuários ativos(2)
Brasil 22 horas 20 100
Estados Unidos 18h54min 146 853
França 18h36min 23 418
Japão 18h21min 46 584
Reino Unido 18h13min 26 277
Alemanha 17h35min 34 657
Austrália 17h23min 10 709
Espanha 16h59min 15 340
Itália 14h49min 18 633
Suíça 14h15min 3 759
(1) Em setembro de 2007, por usuário
(2) Usuários ativos: moradores de domicílios em que há um computador com internet e que de fato navegaram na rede durante o mês
Fontes: Ibope/NetRatings
Esses dados positivos, no entanto, não escondem uma realidade: a internet ainda é um serviço distante da maioria dos brasileiros. Apenas 21% deles têm acesso à rede de computadores, ante 69% nos Estados Unidos. Além disso, somente 13% dos domicílios no país contam com conexão em banda larga — e 40% desses acessos se concentram no estado de São Paulo. “Temos um desafio muito grande a enfrentar, que é a enorme desigualdade digital dentro do próprio país, muito mais dramática do que a diferença entre o Brasil e os países desenvolvidos”, diz o sociólogo argentino Jorge Werthein, presidente da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), organismo intergovernamental com sede no Brasil.
Atualmente, o consumidor brasileiro que quiser ter conexão em banda larga em sua casa, na velocidade mais baixa, gasta no mínimo 50 reais por mês, ou 26 dólares. Na Argentina, esse mesmo serviço custa 19 dólares. Hoje, 65% dos 5 560 municípios brasileiros ainda não são atendidos por banda larga. “As empresas oferecem esse serviço apenas nos mercados onde acreditam que terão lucro”, diz Vinicius Caetano, analista da consultoria IDC. “A estratégia delas é lançar, aos poucos, conexões com velocidades maiores e retirar do mercado as com velocidades menores, sem reduzir os preços na faixa mais baixa, pois a margem de 50 reais já é pequena.”
O principal obstáculo para levar banda larga a todo o país é o custo. As operadoras de telefonia teriam de integrar todas as cidades com uma rede de 8 000 quilômetros de fibra óptica, investimento de cerca de 650 milhões de reais. Depois, precisariam gastar muito mais para levar o serviço a cada bairro dentro de cada cidade. “Grande parte dos municípios sem acesso à internet hoje tem uma demanda muito pequena. Se pensarmos em investimento e retorno, a conta não fecha”, afirma Caetano.
Para o analista, é necessário dar incentivos para que as empresas façam a ligação de todas as cidades brasileiras. “O governo precisa dar algo em troca para as operadoras”, diz Caetano. Esse “algo” poderia ser a redução da carga tributária — que atualmente representa 40% da receita das operadoras. Poderia ser também a aplicação adequada das verbas do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) — que, até julho de 2007, acumulava um saldo de 6 bilhões de reais. “Inclusão digital é um objetivo social, e o governo precisa fazer a sua parte”, diz Caetano.